quinta-feira, 14 de abril de 2011

Dodecafonismo, Piano, Violino e Ruído

A exteriorirade da cultura dos sapos, caiu sobre os pés de Gabriel, cafuzo por natureza, confuso por não ter linguagem dadaísta, só iria falar dadá, canindé ou coreano que eu não sei falar, exceto nan neomu yeppeoyo, que é “Eu sou tão linda”. Mas não é Gabriel de Constantine, o grande loiro trasngênero, ou a transex Tilda Swinton. Não. Cafuzo é índio e negro, a mesma forma da qual é docência, exterioridade e educação sem saber. Ele nasce, mas quem sabe? Tudo, tudo que está escrito nas estatísticas, bibliografia e imagens daquele documento encadernado por dois reais. Será muito? Pakunayá, falou. Coreano, Dadá ou Indígena? Vou escrever para quando ele puder ler, perguntar, treinar pra responder, mentir sobre o passado: Tudo antes era uma luz laranja na fome, que vinha contra todos nós, aí você nasceu!

1 inspirações:

Rodrigo Mesquita disse...

É incrível. Está tudo aqui. Tudo. Aqui.